Ferramentas de comunicação desconectadas geram muito mais do que um incômodo: elas causam um impacto real e mensurável nas operações de TI e nas equipes que dependem delas.
Considere como é, na prática, gerenciar um ambiente dividido. O processo de integração de um novo funcionário envolve interagir com dois sistemas ou mais. Configurar políticas de roteamento de chamadas significa acessar um portal totalmente distinto do que você usa para reuniões. Solucionar um problema de qualidade em uma chamada exige um fluxo de diagnóstico completamente diferente do que em uma reunião, embora, para o usuário final, pareça apenas que algo deu errado.
E tem a questão do custo. Se o sistema de telefonia não faz parte da sua plataforma de colaboração, fica mais difícil ter uma visão clara dos seus custos. Os modelos de licenciamento diferem. Os ciclos de faturamento não se alinham. E os custos indiretos, como as horas que a TI e os usuários finais gastam trocando de contexto entre sistemas, resolução tardia de incidentes e revisões de segurança duplicadas, raramente aparecem em um item específico, mas podem se acumular rapidamente.
Pesquisas comprovam tudo isso. Segundo a Harvard Business Review, o profissional do conhecimento médio alterna entre aplicativos quase 1.200 vezes por dia, desperdiçando cerca de quatro horas por semana (ou seja, mais de cinco semanas inteiras de trabalho por ano) apenas transitando entre ferramentas. Cada sistema separado na sua pilha contribui para esse impacto negativo.